de Álex R. Celma e Fernando T. de Bes
“A sorte só favorece a mente preparada” – Isaac Asimov
Este livro foi muito bom! Fuçando na internet, encontrei a indicação desse livro e de outros que queria ler. Eu só comprei este porque era o mais barato da minha lista.
Uma grata surpresa. O livro conta uma fábula e através dela ele mostra como construímos nossa sorte com trabalho e dedicação.
Um resumo com SPOILER
O livro conta a hisória de dois cavaleiros que saem em busca do trevo de 4 folhas. Durante esta busca, ambos passam pelos mesmos lugares e conversam com as mesmas pessoas. Porém um deles só vai ficando cada vez mais pessimista, enquanto o outro encontra um jeito de plantar o próprio trevo.
No final, ele consegue encontrar a boa sorte, não porque ela estava pronta, mas porque ele criou o ambiente apropriado para que ela nascesse.
O livro é bem fininho, tem 124 páginas, dá para ler em 4 horas.
Destaques
Duas das 10 regras me marcaram:
A Segunda Regra:
Muitos são os que querem ter a boa sorte, mas poucos são os que decidem buscá-la.
– Não vá embora ainda, por favor. Explique-me por quê. Quero saber por que nunca nasceram trevos neste bosque.
O gnomo deu meia-volta e respondeu:
– Por causa da terra. É evidente que é por causa dela. Ninguém nunca renovou esta terra. Os Trevos precisam de terra fresca e arada, e a terra desse bosque é dura, compacta. (A Boa Sorte, pág. 38)
Às vezes pensamos que determinado objetivo é impossível de ser alcançado, mas às vezes só precisamos nos perguntar qual é o primeiro passo, ou por que é aparentemente impossível de ser alcançado. O cavaleiro branco ainda eve muito trabalho até alcançar a Boa Sorte, mas eu notei que ele sempre buscou pela solução e não se concentrou apenas no problema.
A nona Regra:
Após criar todas as condições favoráveis, tenha paciência, não desista. Para alcançar a Boa Sorte, tenha confiança.
Depois de poucos minutos, a chuva de sementes de trevos de quatro folhas parou. Uma vez depositadas em todos os cantos do bosque, as minúsculas sementes se confundiram com o solo, assim como pequenas gotas d’água em um oceano. Simplesmente se perderam como sementes jogadas no deserto. E assim foram todas desperdiçadas, pois não germinaram. Milhares e milhares de sementes morreram na terra dura, árida e pedregosa daquele bosque sombrio. Todas, exceto algumas que foram parar numa pequena extensão de terra fresca e fértil, livre das pedras e onde havia água abundante, o brilho do sol e o frescor da sombra. Foram essas e somente essas as sementes que se transformaram, depois de alguns instantes, em trevos de quatro folhas, em centenas de brotos de Trevos Mágicos, um número grande o bastante para garantir sorte por todo ano – até a chuva do ano seguinte. Em outras palavras: sorte ilimitada. (A Boa Sorte, pág. 90)
A nona regra me mostrou que as condições estão ao meu dispor e ao dispor de qualquer um que trabalhe e crie a oportunidade para alcançar o seu objetivo. Isso me fez pensar em como preciso ter constância e paciência, principalmente no início da conquista de um objetivo, porque demoramos um pouco para ver resultados, mas precisamos seguir em frente. No caso do cavaleiro branco, o trevo não chegou na hora, ele começou a arar a terra e ainda teve que buscar resolver outros problemas como a falta de luz solar e água. Ele trabalhou muito antes de ver o resultado de seu trabalho.
Eu indico a leitura do livro “A Boa Sorte” para quem quer inspiração para seguir empeendendo ou para quem tem algum objetivo difícil de ser alcançado. Foi um livro que me deu ânimo para perseguir meus objetivos.
Você pode adquirir o livro “A Boa Sorte” em qualquer livraria ou na Amazon por aqui.
Muito obrigada por ler até o final e até a próxima!









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